Bem-vindo à nossa galeria dedicada aos interiores da igreja, onde a luz, a fé e a arquitetura se unem em harmonia. Cada fotografia revela a beleza única do espaço sagrado, desde os detalhes dos altares, quadros e azulejos que iluminam silenciosamente o ambiente. Esta coleção pretende captar não só a estrutura física, mas também a atmosfera espiritual do lugar.

Vista frontal do presbitério. Onde se pode ver a magnificência do altar mor.
Vista frontal do presbitério. Onde se pode ver a magnificência do altar mor.

Pode-se ver ao fundo o Sacrário em cima no altar uma Pietà
Pode-se ver ao fundo o Sacrário em cima no altar uma Pietà

Maria sustenta o corpo de Cristo após a crucifixão, numa cena de luto silencioso, marcada por dor, compaixão e esperança redentora.

Um Papa recebe solenemente um religioso ajoelhado, num gesto de submissão e aprovação canónica, rodeado pela cúria romana.

Um missionário, de braços abertos, proclama a fé a uma multidão humilde, sublinhando a dimensão evangelizadora da Igreja.

Jesus partilha a última ceia com os Apóstolos, momento em que institui a Eucaristia, envolto em expressividade e tensão dramática.

Um grupo de religiosos recebe um nobre visitante com súbditos, sugerindo um episódio de intercessão, conversão ou reconhecimento eclesial.

Um momento solene de missa em que a elevação da hóstia se funde com a manifestação da Santíssima Trindade, unindo céu e terra no sacramento.

O santo eremita ajoelha-se em êxtase contemplativo diante de uma visão celestial da Virgem com o Menino, envolto em atmosfera mística e luz divina.

Vista panorâmica do teto em abóbada com estuques cinzentos ao longo da nave da igreja. Ao fundo, o altar com nicho dourado emoldurado por arco de volta perfeita.

Teto do coro alto com estuques ornamentais, revelando a elegância e a sobriedade do barroco português.

O seu dia celebra-se a 18 de Dezembro. A denominação aparece devido às antifonas (17 a 23 Dez) começarem sempre pela interjeição exclamativa Ó.
A denominação de Nossa Senhora do Ó deu-se em razão das antífonas cantadas entre os dias 17 e 23 de dezembro, antes e depois da recitação do Magnificat na oração das vésperas. Todas elas começam por uma invocação a Jesus, que, no entanto, nunca é chamado pelo nome, e todas incluem o apelo “Vinde”.
Essas antífonas começam sempre pela interjeição exclamativa Ó, como expoente altíssimo do fervor e ardente desejo da Igreja, que suspira pela vinda pronta de Jesus
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